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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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segunda-feira, 24 de abril de 2017

O Ramos de Mértola, passa hoje mais um aniversário



Ramos das transmissões, alentejano dos quatro costados, passa hoje mais um aniversário.

Um grande abraço companheiro que contes muitos com saúde e que estejas bem.

Muitos parabéns.

Leandro Guedes.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Joaquim Henriques, de Peniche.



O nosso amigo Joaquim Henriques (Cajé) de Peniche, acabou de passar por um mau bocado com um ataque de diabetes, mas já está em casa. Para ele os nossos votos de rápidas melhoras.

Um abraço companheiro.

Leandro Guedes.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Luis Manuel Dias - passa hoje mais um aniversário

O Luis com o Costa


O Luis com o Alberto Camelo

O Luis com vários amigos

O nosso amigo Luis Manuel Dias, passa hoje mais um aniversário.
Para o nosso companheiro um grande abraço de parabens, com votos de boa saúde e bem estar.
Um abraço Luis.

Leandro Guedes.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Cidadãos sem abrigo


O Presidente de República, Marcelo Rebelo de Sousa, advertiu que a resolução do problema das pessoas em situação de sem-abrigo não pode “esperar pela aceleração do crescimento”.
Em entrevista à TVI, que será divulgada hoje na íntegra, Marcelo Rebelo de Sousa alertou mais uma vez para a questão dos sem-abrigo, sublinhando que “a função do Presidente da República é chamar a atenção para os problemas e pressionar para que aquilo que depende do poder executivo seja acelerado”.
“Eu penso que o Presidente da República ao mesmo tempo que puxa pelo crescimento, que puxa pelo investimento – porque isso é essencial -, tem de olhar para aqueles problemas do imediato, que estão aí e que não podem esperar pela aceleração do crescimento”, defendeu na entrevista, que acompanha uma reportagem sobre esta população.
Marcelo Rebelo de Sousa apelou ainda para que não se esqueçam destas pessoas que vivem nas ruas das cidades ou em centros de acolhimento.
“Supondo que começa mesmo o crescimento e o emprego não se esqueçam dos que ficaram para trás”, disse, vincando: “Há muitos que ficam para trás e ficam irremediável e definitivamente para trás. Não se esqueçam deles”.
No início do mês, Marcelo Rebelo de Sousa pediu que a nova estratégia do Governo de combate à situação dos sem-abrigo seja aplicada já este ano, para que este problema esteja erradicado em 2023.
Questionado na altura se o Governo tem atuado com eficácia neste domínio, o chefe de Estado sublinhou que o horizonte de aplicação da anterior estratégia terminou em 2015 e que “2016 foi um compasso de espera” para que o executivo apresentasse a nova estratégia 2017-2023.
Na entrevista à TVI, Marcelo Rebelo de Sousa afirma que “O Governo está a preparar esse plano para o médio e o longo prazo”, para ver “como se pode fazer funcionar melhor a articulação e a coordenação”.

noticia do Observador, partilhada pela nossa amiga Albertina Granja, a quem agradecemos.

ver também reportagens sobre este mesmo tema, no Jornal da noite da TVi nos dias 15 de Abril, sábado e 16 de Abril, domingo.

domingo, 16 de abril de 2017

Sem abrigo - a promessa do Senhor Presidente da Republica


Ex-combatentes sem abrigo
Na senda daquilo que o Senhor Presidente da Republica prometeu ser sua bandeira até 2021, vimos publicar novamente um artigo já publicado em 2014, neste blog. O seu autor é o alf. Moreira que foi comandante da CART 1690, após o falecimento do seu comandante de companhia, capitão Sarmento Ferreira.
O tema são os ex-combatentes sem-abrigo.
Neste tempo de Páscoa é bom que os responsáveis reflitam sobre este tema grave e triste e que se arrasta há demasiados anos.


sábado, 15 de abril de 2017

Parabens Alfredo



Parabens Alfredo pela passagem de mais um aniversário.
Que contes muitos mais anos com saúde e bem-estar e que a gente se vá vendo.
Até para o mês que vem em Vilar Formoso.
Um grande abraço.
Leandro Guedes.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

CART 1690

 Com a devida vénia ao Jornal Badaladas e ao alf. Moreira, publicamos mais um artigo de sua autoria sobre a CART 1690, Companhia que fazia parte do nosso Batalhão 1914.
O alf. Moreira foi durante bastante tempo comandante desta Companhia, após o falecimento em combate do seu capitão.


quarta-feira, 12 de abril de 2017

domingo, 9 de abril de 2017

"Marcelo quer acabar com sem-abrigo em meia dúzia de anos"




"Marcelo quer acabar com sem-abrigo em meia dúzia de anos
Presidente quer ver problema erradicado em Portugal até 2021 e apela ao Governo para apresentar novo plano estratégico. "É, no fundo, aplicar a Constituição", no entender do Chefe de Estado".
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A constituição já o exige há 40 anos, dizemos nós...
...
Esta luta agora iniciada pelo Presidente da Republica, é a mesma que nós vimos travando há alguns anos, nas páginas do nosso blog e facebook..
Esperamos que no caso particular dos ex-combatentes, isso ainda seja possível, já que a idade não dá grandes folgas. Muitos de nós teremos 80 anos em 2021 e os sem abrigo, mais sujeitos às agruras do tempo, mais frágeis estão.
Oxalá isto seja verdade e todos os partidos se convençam da tarefa que têm
pela frente.

Não se esqueça da promessa Senhor Presidente.

50 anos depois - o poster do Justo.



50 ANOS
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A propósito do cinquentenário da nossa partida para a Guiné, o Justo enviou-nos hoje este magnifico poster, que em poucas linhas traduz o nosso percurso.
Ao Justo o nosso muito obrigado.
Leandro Guedes.

sábado, 8 de abril de 2017

Carta recebida em Novembro de 2008, do filho dum nosso companheiro já falecido - ANTÓNIO ANDRADE JUNIOR


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ANTÓNIO ANDRADE JUNIOR - CART 1692

Faziam parte do Batalhão de Artilharia 1914, as companhias de Artilharia 1690, 1691 e 1692, que embarcaram também há 50 anos, no dia 8 de Abril de 1967. É a carta que em 2008 recebemos de Gonçalo Andrade, filho do nosso companheiro António Andrade Júnior, que a seguir transcrevemos:
-
"Caros Amigos (espero não me ter esquecido de ninguém), O sentimento de gratidão é imenso perante tanta vontade em ajudar e espiríto de companheirismo. Ver a divulgação nos blogues foi o pico! Tenho recebido fotografias, mapas, informações e tudo em pouco mais de 1 semana! A persistência compensa e os meus amigos apontaram TODOS na direcção certa, nomeadamente os Srs José Martins e António José Costa (perdoem-me não pôr as patentes militares) através da informação da companhia, mapas e fotografias, dado que, após intensa procura, apareceu ontem a caderneta militar (e que anexo). Efectivamente, o meu pai, António Andrade Juniór, esteve na Guiné entre 08 Abril de 1967 (data de embarque) e 03-03-1969 (data de embarque em Bissau). Serviu na CART 1692 e no BART 1914 (Sem Temor!!) - RAL 1. O seu N. Mecanográfico foi 19 01758066 Classe 1966/3.ºt. Nas fotos vi referências a um Nunes Engenharia e a um Espadinha e o Sr António José Costa, também já me identificou alguns dos locais das fotos e, confirma-se assim que serviu com o meu pai. Dado este importante primeiro passo, tomo a liberdade de pedir que me continuem a fazer chegar informação, nomeadamente fotos, filmes, história e episódios da BART 1914 e tudo quanto relaccione o meu pai, nomeadamente dos camaradas que com ele privaram. Em busca das memórias perdidas... dado que, uma árvore de grande porte, sem raízer firmes, torna-se frágil. Sei também que, para mim são memórias não contadas e que pretendo recuperar e que, para os meus amigos, poderão ser aquelas que pretendem manter no "baú". Pelo facto peço desculpa. Por fim, caso este BART ou Companhia, organizem confraternizações, gostaria eventualmente de poder participar em representação do meu pai. Gostaria de conhecer os seus camaradas. Seria uma honra, por representação, pertencer a esta família. Anexo a caderneta do meu pai, penso que ajude. Nutro por todos vós, caros amigos, um sentimento de grande respeito, admiração e amizade. Grato por tudo quanto já me fizeram chegar e que ajuda a conhecer o pai que tão cedo perdi e uma parte muito importante da sua vida. Um grande bem haja. Tudo quanto precisarem da minha parte pessoal ou profissionalmente, fico ao vosso dispor. Atentamente
4, Novembro, 2008
Gonçalo Andrade "

Faz hoje cinquenta anos que embarcamos para a Guiné.

Na passagem do 50º aniversário do nosso embarque para a Guiné, transcrevemos este artigo do Pica Sinos, escrito há alguns anos e que é um pouco da vivencia de todos nós:




"A MINHA VIAGEM Á GUINÉ - A PARTIDA
Este parte,
Aquele parte,
E todos,
Todos se vão,
Oh terra ficas sem homens,
Que possam cortar o pão.

Corria o mês de Março de 1967, no Centro Cripto do Quartel-general (QG), em Lisboa, entre três cabos e dois sargentos, quis o destino, que fosse eu a decifrar a mensagem que ditava a minha mobilização para a Guiné, ficando incorporado no Batalhão de Artilharia 1914, composto por três Companhias Operacionais e uma de Comando e Serviços, já em trânsito no Regimento de Artilharia Costa (RAC), em Parede, Carcavelos.
Não me espantou!
A situação era mais que previsível para os jovens militares da minha idade. 
Dou a notícia em casa à minha mãe, à namorada, hoje minha mulher. Com o meu pai, na altura internado no Centro de Saúde do Telhal, despedi-me com um abraço e um beijo, sabendo que era incerto encontrá-lo de novo com vida, por mim, que parto para o incerto, ou por ele, tendo em conta a sua debilitada saúde.
Após o curto período de férias, a 7 de Abril de 1967, um dia antes do embarque, já no quartel em Parede, entre dezenas de militares, procuro o op. cripto Justo, companheiro das noites de Lisboa, também ele mobilizado, na Companhia de Comando no mesmo Batalhão. Conheço o furriel de transmissões de nome Cavaleiro. Aqui, além uma outra cara já conhecida. É-me indicado o Sargento a quem tenho que me apresentar. …Onde andou rapaz? ….Não fez a instrução de aperfeiçoamento operacional (IAO), devia cá estar há um mês…! Pergunte no QG….(Quartel General), foi a minha resposta. Depois, foi arrumar na bagagem o camuflado distribuído e sair para jantar.
Dia 8 de Abril de 1967, no cais de Alcântara, em Lisboa, despeço-me da família que me acompanhou ao embarque. Segue-se a formatura. Um emproado oficial superior e sua comitiva fazem a revista da praxe, o embarque das tropas sucede-lhe.
Ao som da fanfarra militar e do acenar dos lenços, o paquete Uíge largou amarras. A Torre de Belém fica para trás, a ponte sobre o Tejo já não se vê, a terra é coisa sumida, os olhos há muito que estão rasos de água. Tive a sorte de não ser colocado nos lugares do navio que outrora eram destinados às cargas. O meu camarote suportava oito beliches duplos. Não tive preferência da cama, uma qualquer me serviu para descansar e dormir. As refeições foram tomadas em refeitórios, outrora salas de jantar para passageiros em 3ª classe. Os lugares destinados às outras praças, os porões, eram degradantes. As mesas de madeira que tinham lotação para uma vintena de militares, estavam colocadas ao comprimento dos porões. Os beliches, também em madeira, acompanhava-os na altura. Os vomitados do enjoo eram constantes, a limpeza deveras precária, que, em conjunto com a falta do banho diário, o cheiro era nauseante, asfixiante. O barulho dos motores, etc., o ambiente naqueles locais era insuportável. Durante os oito dias (mais três que o normal por avaria num dos motores) que a viagem durou, foi neste contexto que, os jovens militares, fizeram a sua vida no navio. Inconformados com o destino, no convés, uns passeavam, outros conversavam e, ainda outros, jogavam ou viam jogar às cartas. Uma ou duas vezes fizemos exercícios de salvamento em caso de naufrágio. Os peixes voadores, que, quase sempre acompanharam o barco, eram também motivo de entretenimento.
No dia 14 do mesmo mês, chegamos já noite alta e, amedrontados, ao destino para o qual fomos obrigatoriamente mobilizados. O pior estava para vir……a guerra.
Aqui o sofrimento a todos tocou!
Pica Sinos."

sexta-feira, 7 de abril de 2017

CART 1743 - Almoço anual


"Bom dia
Cá estou a enviar a carta para o nosso almoço a comemorar o 50º. Aniversário do nosso embarque  e o nosso 29º. encontro.
Por ser uma data especial, esperamos encontrarmo-nos no próximo dia 22/07.
Até lá despeço-me com um abraço
Raul Soares
CART 1743"




domingo, 2 de abril de 2017

Carlos Azevedo, faz hoje anos.




Amigo Carlos Azevedo.
Desejamos-te muita saúde e enviamos-te um abraço fraterno de parabens.
Que passes este dia muito bem disposto e com alegria, junto dos teus..
Um grande abraço de parabens.
Leandro Guedes.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Hoje damos os parabens ao Amador

  1. Ontem ligamos ao Amador a desejar as melhoras e hoje voltamos a ligar para lhe enviar votos de parabens.
    Foi tarde mas ainda fomos a tempo.
    Para ti companheiro os nossos parabens e que continues a melhorar.
    Um abraço.
    Leandro Guedes.



Um lembrança interessante.

  1. O Pica Sinos mandou fazer para si, estes dois pratos, um em pedra outro em porcelana. Conforme diz no seu email, quem estiver interessado em ter um deles ou os dois, deve mandar um email para o Pica ou ligar-lhe, a encomendar - o grande custa 10 € e o pequeno 4 €, mais portes de envio.
    -
    "Boas. Junto anexo a chapa do Heitor assim como dois estilos de pratos com o emblema do batalhão. Ao preço de euros 10 e 4 acrescidos de portes. Agradeço que publiques no Bart quem estiver interessado diga.
    Pica Sinos"



quarta-feira, 29 de março de 2017

Votos de boas melhoras ao Amador


Falei hoje com o Amador, que diz estar a recuperar bem após a operação ao segundo joelho, para implantação de mais uma prótese.
As tuas melhoras companheiro.
Um abraço dos teus amigos.

Leandro Guedes.

terça-feira, 21 de março de 2017

Faleceu o nosso companheiro JOAQUIM BARBOSA DE OLIVEIRA, o Famalicão


"Estimados,
No seguimento do convite para o convivio no próximo dia 27 de maio, venho por este meio informar que o vosso camarada Joaquim Barbosa de Oliveira, já não se encontra entre nós, faleceu em 29/12/2016.
Melhores Cumprimentos e Bem Hajam.
O filho, Miguel Oliveira

Cumprimentos,
MIGUEL OLIVEIRA |

m.oliveira@finsa.com "

PAZ À SUA ALMA !

Parabéns Cavaleiro


O nosso companheiro António Cavaleiro passa hoje mais um aniversário.
Que contes muitos amigo, na companhia dos que te são queridos.
Um grande abraço de parabens com votos de boa saúde.
Leandro Guedes

quinta-feira, 16 de março de 2017

Vitor Serafim faz hoje anos


O nosso companheiro Victor Manuel Lopes Serafim, passa hoje mais um aniversário.
Votos de boa saúde junto dos teus.
Um abraço de parabéns companheiro, que contes muitos.
Leandro Guedes.







domingo, 12 de março de 2017

Visita ao Museu Militar de Lisboa (Exército)


Companheiros
Tive a oportunidade de poder visitar o Museu Militar (Exército), no passado dia 10 de Março, junto a Santa Apolónia, cujo lema é "Expomos as Armas dos Antepassados".
Foi uma visita muito interessante, organizada pela Universidade Sénior de Torres Vedras, a qual frequento.
Foram-nos facultadas visitas a várias salas identificadas segundo os temas da nossa História, nomeadamente Sala Vasco da Gama, Sala das Guerras Peninsulares, Sala da 1ª Grande Guerra, Sala de Camões, Sala dos Restauradores, Sala de D. Maria II, Sala Mouzinho de Albuquerque, Sala com peças miniatura, Carroças e Coches e o Pátio dos Canhões.
Está patente uma enorme exposição de armas, uniformes e documentos militares históricos", com grande enfase para a 1ª. guerra mundial, além duma grande coleção de pinturas de famosos autores Portugueses.
De realçar a enorme mostra de vários pintores que colaboraram na melhoria deste belo Museu, nomeadamente Columbano, Condeixa, Veloso Salgado, Carlos Reis e Adriano Sousa Lopes, entre outros. São obras duma grande beleza.
Adriano Sousa Lopes, voluntariou-se para pintar os vários momentos da 1ª. Guerra Mundial, e lá no teatro de guerra, produziu gravuras em água forte que descrevem uma narrativa intensa, humanista e muito violenta do conflito."

O meu objetivo em participar nesta visita era, principalmente, verificar o que era mostrado, sobre a Guerra colonial.
E foi uma desilusão quase completa.
Segundo me foi dito, ainda não há nada sobre o conflito, porque , disseram-me, será preciso a poeira assentar, acalmar as emoções, que é como quem diz, esperar que morram todos os ex-combatentes e assim se relatarem as coisas ao belo prazer dos relatores.
Naquele momento veio-me à memória a frase do nosso companheiro Patoleia Mendes, que diz "Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma!" Ao longo dos tempos, é sempre este o tema.

Mas à laia de rebuçado, existe uma pequena sala, talvez com 10 m2 ou pouco mais, onde estão expostos alguns dos emblemas, em formato pequeno, das Unidades que serviram nas três frentes operacionais.
Numa das vitrinas lá encontrei o nosso Estandarte e outro da CART 1692 que fazia parte do nosso Batalhão. Não sei se estão lá as restantes Unidades que connosco estiveram em Tite, principalmente a CART 1743 e CCAÇ 2314, bem como os pelotões de morteiros, pelotões daimler e secção de Obuses.

Tirando esta falta de respeito e revelador da ingratidão da Pátria, gostei de visitar este Museu e recomendo a sua visita.

Abraços para todos.
Leandro Guedes

FOTOGRAFIAS:

domingo, 5 de março de 2017

Francisco Ferreira, do pelotão de Morteiros, faz hoje anos


Amigo e companheiro Ferreira.
Um abraço de parabens neste dia do teu aniversário.
Que contes muitos com saúde junto dos teus familiares e amigos.
Um grande abraço.
Leandro Guedes.

quarta-feira, 1 de março de 2017

VIAGEM À GUINÉ/BISSAU, COM PASSAGEM POR TITE


Só agora em 2017, mais de quatro décadas depois da Independência da Guiné-Bissau e do fim do mais terrível conflito armado em que a tropa portuguesa esteve envolvida antes do 25 de Abril, é possível regressar para uma “Viagem à Memória” neste pequeno país da África Ocidental. A PLV irá levar neste roteiro Alfredo Cunha que, desde 1973, vai regularmente à Guiné e é o autor de algumas das imagens mais conhecidas dos momentos-chave do País, e Luís Pedro Nunes, autor de várias reportagens sobre a vida da Guiné, dos momentos chave da independência e da guerra que envolveu os militares portugueses nos últimos anos do conflito. O roteiro proposto visa mostrar a Guiné: o país de contrastes, belezas naturais únicas e diversidades étnicas e geográficas que foi palco de uma história militar que marcou uma geração de portugueses. Será mais do que uma abordagem histórica, o relato de dois jornalistas e da sua relação com a reconstrução dessa realidade do ponto de vista da atualidade, revisitando alguns dos pontos marcantes e de como é possível relacionar-se e relatar algo ainda tão vivo e sensível na memória de tantos.

Contactar: PINTO LOPES VIAGENS
Data 02 Nov 2017 - 12 Nov 2017



Duração: 11 Dias
Preço por pessoa, desde: 3.390 €

"PROGRAMA ELABORADO PELA AGENCIA PINTO LOPES VIAGENS:

1º DIA • PORTO OU LISBOA (AVIÃO) …

Em horário a combinar, comparência no aeroporto escolhido para embarque em voo regular com destino a Bissau, via Lisboa.

2º DIA • … – BISSAU

Chegada de madrugada, assistência nas formalidades de desembarque e transfer para o hotel. Distribuição dos quartos, check-in e tempo livre para descanso. Visita a Bissau, capital da Guiné-Bissau, localizada no estuário do Rio Geba, na costa atlântica. É a maior cidade do país, com o maior porto, constituída como centro administrativo e militar do país. Fundada em 1697 como fortificação militar portuguesa e entreposto de tráfico de escravos, obteve o estatuto de cidade e de capital, estatuto que manteve após a independência. Início das visitas à cidade velha, com destaque para o Cemitério Português, local onde foram sepultados muitos soldados portugueses durante a Guerra Colonial, e onde muitos dos quais permanecem por identificar; à Fortaleza de São José da Amura, estrutura primitiva erguida por forças Portuguesas a partir de 1696, sob o comando do Capitão-mor José Pinheiro. Foi reconstruída várias vezes ao longo dos séculos e, actualmente, abriga o Mausoléu de Amílcar Cabral, líder na fundação do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) que, no início da década de 1960, iniciou a luta armada contra o regime colonial; ao Mercado de Bandim, que surgiu no início da década de 60. O entreposto recebeu, numa primeira fase, a denominação de Beco de Bandim, alterada alguns anos mais tarde com o incremento das trocas comerciais para a Feira de Curva de Bandim. Alojamento no Hotel Azalai 4* ou similar. Situado perto do centro de Bissau, as comodidades simples oferecidas pelo hotel dão resposta às exigências e necessidades dos clientes, disponibilizando serviços como internet com quartos agradáveis e climatizados.

3º DIA • BISSAU – CACHUNGO – CACHEU – PRAIA DE VARELA

Ao amanhecer, saída para Cachungo. Visita e encontro com a tribo Manjaco, povo que habita nas margens dos rios Cacheu e Geba. Durante a visita iremos perceber de que forma é que factores como a escravatura, a evangelização, a colonização, a emigração e a globalização contribuíram para a transformação das comunidades Manjaco e a sua influência no Estado da Guiné-Bissau. Seguimos para a região de Cacheu, segunda região mais populosa da Guiné-Bissau. Considerada fonte principal do comércio de Cabo Verde e Guiné, era aqui que os navios portugueses vinham obter escravos e produtos da região. A cidade de Cacheu, capital desta região, torna-se assim muito importante nas relações comerciais, o que leva à construção do Forte de Cacheu. Visita a este Forte, fundado em 1588 por forças portuguesas, com a função de defender a primeira feitoria da região. Além de assegurar a presença militar portuguesa, constituía um importante apoio ao comércio de tecidos manufacturados, marfim e escravos. Neste contexto, é criada a Companhia de Cacheu, fundada em 1675, que visava garantir o direito ao tráfego na Costa da Guiné e no arquipélago de Cabo Verde, assim como de escravos para a Metrópole, os domínios do Ultramar e a América Espanhola. Dotada de extraordinária beleza natural, Cacheu assume-se como principal zona de pesca artesanal do país. Travessia de barco até à Praia de Varela, uma das mais famosas e bonitas da Guiné-Bissau. Alojamento no Aparthotel Chez Hélène, simples mas um lugar muito calmo, no meio da natureza, perto da praia, pintado com as cores de África.

4º DIA • PRAIA DE VARELA – TABANCA DE ELALAB – PRAIA DE VARELA

Visita à Tabanca de Varela, situada a 16 km de São Domingo, e rodeada por belas praias. O seu ar puro e marés constantes são as suas características mais relevantes. Continuação para visita à Tabanca de Elalab, comunidade situada na parte litoral norte da Região de Cacheu. Travessia de barco até à ilha onde se situa esta tabanca. O objectivo da construção das tabancas é melhorar a qualidade de vida das famílias no que diz respeito à higiene de uma forma geral e, em particular, no apoio à gravidez. A comunidade de Elalab é conhecida por ser extremamente activa, empreendedora e bem organizada. Com cerca de 430 habitantes, o arroz é a principal base de alimentação da população local, cultivado em solos salgados recuperados ao mar através de pequenas barragens e diques de cintura construídos manualmente. Também os recursos marinhos são essenciais a esta comunidade, o que torna a pesca uma das actividades principais. Regresso à Praia de Varela. Alojamento.

5º DIA • PRAIA DE VARELA – BISSAU

Manhã para visita à Praia dos Pescadores, assim chamada por ser um porto onde os pescadores partem para a pesca. Esta praia é continuidade da Tabanca de Varela. A sua beleza, águas calmas e ar puro fazem da zona de Varela um ambiente natural onde o sabor de África é genuíno. Regresso a Bissau e tempo livre no centro da cidade para sentirmos a atmosfera da capital guineense. Alojamento no Hotel Azalai 4* ou similar.

6º DIA • BISSAU – GABÚ – BAFATA

Partida em direção a Gabú e visita à maior cidade do Leste do país. Gabú foi a capital do Império Kaabu, reino Mandinga, que existiu entre 1537 e 1867 na chamada Senegâmbia, região que englobava o nordeste da atual Guiné-Bissau, e que se estendia até ao Senegal. Durante o período colonial, a cidade passou a ser designada por Nova Lamego, tendo recuperado o seu nome tradicional após a independência do país. No centro de Gabú está preservado um pequeno núcleo urbano de inspiração colonial. A cidade é também conhecida pela sua população predominantemente muçulmana. Continuação para a cidade de Bafatá. Localizada no centro norte da Guiné, é a segunda maior cidade do país. Construída sobre rio Geba, Bafatá é uma cidade tranquila com uma arquitetura predominantemente colonial, conhecida sobretudo por ser a terra natal de Amílcar Cabral. Perto da casa onde nasceu, em setembro de 1924, existe um pequeno monumento com o seu busto. Em 2011, a casa foi restaurada pela UNESCO, em colaboração com a Comissão Nacional da Organização da Guiné Bissau, com o objetivo de criar uma exposição permanente sobre a vida e obra de Amílcar Cabral. Alojamento no Aparthotel Triton ou similar.

7º DIA • BAFATA – BAMBADINCA – GUILEJE – SALTINHO

Partida em direção a Saltinho. No percurso, passagem pela cidade de Bambadinca, conhecida por ser a primeira cidade a desenvolver electricidade constante, permitindo à população uma melhor qualidade de vida. Mais tarde, com ajustes feitos ao modelo de produção e distribuição de energia eléctrica, desenvolveu-se esta produção a partir de energias renováveis. Continuação para Guileje. Localizada junto à fronteira da Guiné Conacri, o quartel militar português de Guileje foi alvo de vários ataques e emboscadas devido à sua frágil localização e ao facto da envolvente ser maioritariamente mata. Havia uma constante necessidade de deixar o quartel para reabastecimento de provisões e armamento, o que deu origem a várias emboscadas resultantes na morte de muitos militares portugueses. Continuação para Saltinho, onde vamos poder admirar os Saltos do Rio Corubal, famosas cascatas. Este rio é também famoso pelo desastre de Cheche, ocorrido na retirada do quartel de Madina do Boé, que vitimou 47 militares portugueses. Alojamento na Pousada de Saltinho, onde se pode desfrutar de um ambiente calmo e paradisíaco. Nesta pousada contamos com quartos simples mas com as condições necessárias para garantir uma boa estadia.

8º DIA • SALTINHO – BUBA – TITE – SÃO JOÃO (BARCO) – BUBAQUE

Saída em direção a Buba. Situada junto ao Rio Grande de Buba, foi na época colonial ponto de paragem e de importância estratégica nas trocas comerciais e tráfico de escravos. Em 1670, foi aqui fundada mais uma feitoria Portuguesa por forma a garantir a sua supremacia na cidade e suas margens. Continuação para Tite, cidade que albergou o antigo quartel Português de Tite. Este quartel foi o ponto de partida da guerra da Guiné, ao ser escolhido pelo PAIGC como o local da primeira investida, e ficar na história como “o local do primeiro tiro”. Hoje em dia restam apenas as ruínas do quartel e as memórias de um passado sangrento. Continuação até São João para travessia de barco até Bubaque. Alojamento no Hotel Casa Dora ou similar. Este hotel familiar de origens simples, oferece os serviços mínimos a uma estadia confortável, bem como um conjunto de diversificadas actividades e boa gastronomia.

9º DIA • BUBAQUE – ILHA DE SOGA – BUBAQUE

De manhã, visita à Ilha Bubaque, localizada no Arquipélago de Bijagós, considerado Património da Humanidade pela UNESCO devido à sua rica e abundante fauna e flora. A Ilha foi uma das mais afectadas pela presença dos europeus, escolhida pelos colonizadores alemães antes da I Guerra Mundial e pelo Governo Português depois de 1920, como o centro principal das suas actividades no arquipélago. Os alemães construíram aqui uma fábrica para extracção de óleo de palma e um porto para navios de pequena e média tonelagem. Continuação para a Ilha de Soga. Esta ilha tornou-se famosa por ser o local onde foi organizada uma missão altamente secreta pelos “homens do Calvão”. Os indícios dessa operação “saltaram” para conversas quando o Comandante Alpoim Calvão efectuou, anteriormente, uma série de “golpes de mão” clandestinos nos países vizinhos. Foi nesta base militar que foi organizada secretamente a ação militar à Guiné-Conacri, com o objectivo de tomar o poder e aniquilar os principais dirigentes do PAIGC, apelidada de “Mar Verde”. Regresso a Bubaque. Alojamento.

10º DIA • BUBAQUE (BARCO) – BOLAMA (BARCO) – BISSAU (AVIÃO) …

Travessia de barco até à Ilha de Bolama. É a ilha mais próxima do território continental da Guiné-Bissau. Estava desabitada quando os colonos britânicos a ocuparam em 1792. Após uma serie de incidentes, a ilha foi abandonada em 1794. Foi então que, no ano de 1830, Portugal reclamou Bolama e iniciou-se um conflito diplomático pela sua posse. Em 1860 os britânicos declararam sua a ilha a que chamaram “Rio Bolama”, como parte de Serra Leoa, tendo sido concedida a posse novamente a Portugal em 1877. Mais tarde, após uma ação militar portuguesa, Bolama assumiu oficialmente o estatuto de primeira capital da Guiné Portuguesa, condição que manteve até à sua transferência para Bissau, em 1941. Hoje possui restos da ocupação colonial portuguesa com edifícios à procura da recuperação. Continuação de barco para Bissau. Jantar de despedida com música local. Após este em horário a combinar localmente, transfer ao aeroporto de Bissau para embarque em voo regular com destino ao Porto, via Lisboa.

11º DIA • … – PORTO OU LISBOA

Chegada a Portugal. Fim da viagem e dos nossos serviços.
PINTO LOPES VIAGENS"

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Parabens ao Fernando Santos

O nosso companheiro Fernando Santos, passa hoje mais um aniversário natalicio. Para ti amigo um grande abraço de parabéns, que contes muitos com saúde junto dos teus.
PARABÉNS.

Leandro Guedes.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Parabens ao Marinho que faz hoje anos




Ao nosso companheiro Carlos Marinho, enviamos um grande abraço de parabéns, pela passagem de mais um aniversário.
Que contes muitos companheiro com saúde.
Leandro Guedes